VAIDADE

Por: Nunca fui miss

Depois de algum tempo vendo fotos aleatórias na internet eu percebi o quão fúteis podemos ser e nem percebemos. Futilidade num sentido mais amplo, nada relacionado ao ato de pensar só em roupas, sapatos, não essa futilidade relacionada ao consumo. Pensei naquela futilidade abstrata, que a gente não sabe que tem ou não assume mesmo, mas que está na cara, nas ruas e em qualquer lugar: aquela de não ligar muito pra vida ou para as coisas importantes. Viver em um mundo onde os humanos têm o controle não é fácil, ou você se torna igual a todos ou você não é ninguém e as pessoas sempre querem ser alguém, o ser humano é um vermezinho que se alimenta de reconhecimento, seja por algo que fizeram ou falaram, ele quere ser reconhecido, é essencial, isso completa. Mas é tudo ilusão.

Nada dura para sempre, nada que seja feito de um matéria tão frágil como nós, tão sujeitos ao envelhecimento ou às peças que a vida nos prega. As coisas têm um tempo de duração, no final das contas todos somos frágeis, tudo é frágil. Pode parecer meio clichê falar disso, mas enquanto você vive pensando apenas nas coisas que pode ter, pensando no que as pessoas que estão ao seu redor podem ter ou no que você deve fazer para também ter, você acaba esquecendo o mais importante de tudo: o ser. O sonhar, o sorrir, o amar, o fazer o bem sem olhar a quem… Ser reconhecido pelo mundo inteiro e não saber nem mesmo quem você é vale de alguma coisa?

A vida não é só aquilo que está aos seus olhos ou aquilo que você pode tocar, nem é só aquilo que passa na tv ou chega até você através do seu computador. Isso daí é efêmero, é coisa de gente, e como gente, acaba. Aquilo que está dentro de você é eterno, é o que fica. No final das contas é o que mais faz sentido. Não vou dizer que nada disso também não importe, mas o que quero dizer é que deve ter uma importância menor. Ser cheio de si, quando você é vazio é o mesmo que nada. Acredito que a chave é tentar ser menos humano e mais amor. O resto é tudo futilidade, tudo coisa passageira, tudo que vem e vai, é apenas vaidade.

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EXISTE SEMPRE UM NUNCA MAIS

Por: Marcella Brafman

Ele foi a minha adolescência. Ele me acolheu com todas as espinhas, choros e a crise eterna que eu mantinha dentro e fora de mim. Brincava de ser pai, de me mandar estudar Matemática, enquanto ele tinha para o dia seguinte um trabalho de Filosofia ou Antropologia. Ria das minhas gírias, da minha baixa-estima e dos cachos que meu cabelão preto fazia nas pontas. Ele ria de mim. Eu o chamava de “meu namorado”, e ele me chamava pelo nome. Dizia que nossos pais nunca iam aceitar, ele, justo ele, dez anos mais velho que eu (na identidade) e eu nos meados da minha puberdade. Aí ele mentia. Mentia porque eu era divertida e achava que ele cantava bem. Eu mentia. Ele cantava mal. Ele me fazia mal.

Com ele eu chorei, me apaixonei e achei que amei. Tudo junto. Escrevi cartas que até a última mudança de apartamento, estavam numa caixa de sapato que sei lá onde estão – se é que estão. Ele dizia que eu nunca conseguiria ser a jornalista que tanto sonhava, que eu pensava alto demais. E falava demais, também. Eu dizia que um dia ia escrever sobre ele, em uma daquelas colunas finais de revistas que falavam de amor. Ele riu e disse que isso nunca ia acontecer, porque ele não merecia. Ele realmente não merecia.

Ele segurou minha cintura, me levou no carro preto do seu pai para ver o mais bonito pôr-do-sol. Nesse dia choveu. Ele dedicou uma música do John Mayer para mim. Nunca haviam dedicado músicas para mim. Quanto mais do John Mayer. A mais melosa dele. Ele foi o primeiro a pagar a conta, a me deixar dirigir, me libertar para sofrer e brincar de amar. Aquilo não era amor. Dos mais sinceros homens que conheci, ele soube me dizer Adeus. Mas espera aí. Homens nunca dizem Adeus, eu li isso em algum livro. Estou me despedindo garota, se cuida, até nunca mais. Ele disse nunca mais.

Hoje, o trânsito estava péssimo, habitualmente engarrafado e deixando todos os estagiários e contratados que saiam de seus trabalhos malucos. As buzinas do meu lado esquerdo e direito, eram como gritos de “Ei, deixa eu passar! Não vejo a hora de chegar em casa, tomar um bom banho e jantar!”. Em um desses saculejos do caminho que me separava da tranquilidade que é estar embaixo do meu cobertor quente e a saída do escritório, um carro preto pediu passagem, piscando os faróis. Pois bem, desesperado do trânsito, pode passar. Socorro. Nó no estômago. Eu sabia que era ele. O carro não era o mesmo, mas ainda era preto. Nos reconhecemos entre os vidros.

Jogado no banco do passageiro, sem a pretensão de ser lembrada por ninguém, meu celular vibrou.

“Obrigado pela gentileza. Você está linda com o cabelo mais curto. Vamos sair um dia desses?”
“Me desculpa, mas, eu não sei quem é você.”

Nunca mais é muito tempo. Mas é o suficiente para tirar as pessoas das nossas vidas. Por muito – e necessário – tempo.

Seriado- The Carrie Diaries:

É 1984, e a vida não é fácil para a jovem de 16 anos Carrie Bradshaw. Desde que sua mãe morreu, a irmã mais nova de Carrie, Dorriti está mais rebelde do que nunca, e seu pai Tom está sobrecarregado com a responsabilidade de repente de ter que cuidar de duas adolescentes sozinho. Os amigos de Carrie – Mouse, a adorável e nerd, Maggie a sarcástica e auto-confiante e Walt a sensível- tornam a vida suportável, mas uma vida suburbana de Connecticut não está contribuindo muito para que ela esqueça seus problemas. E mesmo com a chegada de um novo estudando sexy chamado Sebastian trás alguma emoção no mundo de Carrie, ela está lutando para lidar com sua dor. Então quando, Tom oferece a chance para Carrie ser estagiária em um escritório de advogacia em Manhattan, ela não perderá essa oportunidade. A vida de Carrie começa no glamour e em Nova York. – e quando ela conhece Larissa, a editora da revista de estilo Interview, ela está inspirada no clube da cultura e na maquiagem.
Amigos de Carrie e familiares pode ter um grande lugar no seu coração, mas ela se apaixonou pela primeira vez pelo homem mais importante em sua via- Manhattan.

Imagem promocional da série (ansiosa *-*)

uma foto da Anna, que viverá a Carrie no seriado, e uma foto da Sarah Jessica Parker nos Anos 80. diferença grande não? hahahah

 

Pra quem não percebeu ainda, esse seriado é o começo de Sex and the city, e fala da vida de Carrie na escola e a mudança dela para Nova York.

  • AnnaSophia Robb é a protagonista Carrie Bradshaw.
  • Freema Agyeman é Larissa.
  • Katie Findlay é Maggie.
  • Ellen Wong é Mouse.
  • Austin Butler é Sebastian
  • Brendan Dooling é Walt.

E finalmente o Trailer:

A estréia de The Carrie Diaries vai ser no dia 14 de janeiro do ano que vem (um dia antes do meu aniversário)  não se esqueçam, pois esse seriado promete e muito !!!!

 

 

Alças de câmeras da Bloom Theory:

Se você não quer ter uma câmera sem graça e clichê, tanto quanto eu, que tal? A ideia maravilhosa foi da empresa  Bloom Theory Straps que criou uma coleção de alças de câmera fotográficas! Algo totalmente diferente, e que com certeza vai pegar!

O preço varia de cada modelo, de 90 À 130 dólares (salgadinho até). Já que os produtos são dos Estados Unidos, demora em torno de 5 semanas até chegar aqui no Brasil e tem uma taxinha linda de 18 dólares

É incrível com a alça decorada muda muito a cara da sua câmera ! Ameis todos os modelos <<333

 

Princesas Disney Zumbi:

Com essa febre The Walking Dead que muitos inclusive eu curte muito, acabei encontrando  imagens de princesas da  Disney que todos amam com um toque the walk ficou bizarro e ao mesmo tempo interessantíssimo. As imagens ilustradas pelo  tailandês Peng , lembra muito o seriado trazendo ideias obscuras em princesas meigas da Disney:

Adorei, principalmente a Bela.. Mesmo assim, queria que as outras princesas ):